terça-feira, 5 de abril de 2011
Tic Tic Tic, Tac?
O que é isso? Parece uma máquina do tempo... Exatamente! Uma máquina do tempo. O meu tempo! E agora essa máquina diz que é hora de pensar, tempo de tapar os ouvidos, congelar o coração e ignorar todas as sombras que gritaram não! Tempo de investir na bolsa, correr atrás da bossa e quem sabe até virar astronauta... Não ligo para o seu não, vou bancar a burra, sentir a melodia e esquecer as notas que compunham a nossa música. O que eu sinto? Não importa! O meu tempo diz que a agora não tenho tempo para me preocupar com a sua confusão!
quinta-feira, 10 de março de 2011
O conto de quem conta, mas ninguém pode saber,
é a verdade e a mentira que podem ou não padecer...
Saudades daquela viela cheia de verdades bem ditas e histórias convictas para criança adormecer...
Ainda vejo aquela casa amarela e aquela bela velha que cantarolava sambas ao entardecer.
Sinto também o cheiro da dama da noite, que atrás se esconde dessa minha velha lembrança que me faz enlouquecer.
Gosto de pensar no que se foi e não volta, pois dessa antiga anedota restou apenas a sensação...
é a verdade e a mentira que podem ou não padecer...
Saudades daquela viela cheia de verdades bem ditas e histórias convictas para criança adormecer...
Ainda vejo aquela casa amarela e aquela bela velha que cantarolava sambas ao entardecer.
Sinto também o cheiro da dama da noite, que atrás se esconde dessa minha velha lembrança que me faz enlouquecer.
Gosto de pensar no que se foi e não volta, pois dessa antiga anedota restou apenas a sensação...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
alienação
E todo esse sangue?
Horror, tragédia e uma pitada de psicose...
Circo de parasitas assassinos, assassinos de mente que aglomeram tudo e expõe em um programa de TV.
Mórbidos horrorizados sentados em frente e sem reação;
Depois um leve comentário na mesa de jantar... Toda família diz: oh! E volta a roer a carne bem passada.
E no final a culpa é de quem? Do que mata, do que banaliza ou aquele que aplaude o show?
Horror, tragédia e uma pitada de psicose...
Circo de parasitas assassinos, assassinos de mente que aglomeram tudo e expõe em um programa de TV.
Mórbidos horrorizados sentados em frente e sem reação;
Depois um leve comentário na mesa de jantar... Toda família diz: oh! E volta a roer a carne bem passada.
E no final a culpa é de quem? Do que mata, do que banaliza ou aquele que aplaude o show?
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